Petrobras planeja substituir Gasbol por GNL

A recente renúncia de Evo Morales, impactou na exportação do gasbol, trouxe preocupações ao Brasil. Mesmo que a situação ainda esteja normalizada, para empresários, o acontecimento reforça a necessidade de um plano de contingência. A Petrobras, por exemplo, já possui um programa de ação que envolve a redução do consumo próprio de gás natural em suas plataformas e a importação de Gás Natural Liquefeito (GNL).

A estatal, que possui planos de contingencia em todas as suas unidades de risco, também se prepara para fazer frente às necessidades de demanda, caso haja realmente uma falha no abastecimento de gás no país.

Na última quinta-feira (14), a petrolífera boliviana YPFB informou à Petrobras e a empresa argentina IEASA, que a crise política no país pode atrapalhar de fato no cumprimento do contrato para fornecimento de gás, com flutuações no volume transportado ou interrupções.

Décio Oddone, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), também se pronunciou: “Em caso de redução da oferta da Bolívia, podem ser adotadas medidas como aumento da importação de GNL e uso de combustíveis substitutos, como Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), óleo combustível ou diesel (para abastecimento de termelétricas). ”

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