6ª Rodada: Petrobras faz a única oferta do certame

Na manhã desta quinta-feira (7), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou a 6ª rodada de partilha, que ofereceu cinco áreas, quatro na Bacia de Santos e uma na Bacia de Campos, com bônus de assinatura total de R$ 7,85 bilhões.

Assim como na cessão onerosa, a Petrobras protagonizou o leilão, com consórcio formado pela estatal (80%) e a CNODC Brasil (20%), a petrolífera arrematou o bloco de Aram, com bônus de assinatura fixo de R$ 5,5 bilhões.  

Com exceção da CNODC, a disputa também não atraiu empresas estrangeiras. Além disso, não houve proposta para os outros blocos ofertados, que incluíam Bumerangue, Cruzeiro do Sul e Sudoeste de Sagitário, na Bacia de Santos, e Norte de Brava, na Bacia de Campos.

Para o diretor geral da ANP, Décio Oddone, a era dos bônus bilionários está terminando e que os leilões começarão a perder a importância: “Na medida em que a atividade no pré-sal for amadurecendo, vai ocorrer uma natural perda de importância dos leilões. Porque começam a aumentar os investimentos e a produção. É a partir daí que o Brasil vai entrar no seleto grupo dos cinco maiores produtores de petróleo do mundo”, disse.

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