África prestes a ter papel sustentável no setor P&G

O petróleo da África Ocidental está perto de se tornar um combustível mais limpo no mercado. Estados africanos como Chade e Camarões estão se preparando para serem grandes promovedores de regulamentação das emissões de enxofre dos navios fornecendo o tipo certo de óleo para produção de combustíveis mais limpos.

Somente cerca de 1% das exportações mundiais são de variedades “pesadas e doces”, tipo de petróleo ideal para o refino em combustível com teor máximo de enxofre de 0,5% obrigatório, de acordo com as normas Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês), que entrarão em vigor em todo o mundo a partir de 1º de janeiro de 2020.

A finalidade da nova regulamentação é restringir os limites dos níveis de enxofre dos atuais 3,5% para 0,5% com o objetivo de reduzir a poluição no ar, para melhorar a saúde humana e preservar o meio ambiente.

“O novo regulamento ambiental começa em janeiro, mas a preparação já começou. Os refinadores precisam preparar seus fluxos de suprimento e aprender como se preparar melhor para um futuro com baixo teor de enxofre”, disse Josh Lowell, analista sênior de energia da empresa de pesquisa de mercado ClipperData.

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