Analistas preveem forte competição em leilão

O leilão de transmissão de energia no Brasil, que será realizado na próxima quinta-feira, deve ter disputas acirradas, mesmo diante dos impactos da pandemia sobre a economia. Segundo a Reuters, serão oferecidos a investidores no evento um total de 11 lotes de empreendimentos que exigirão cerca de 7,3 bilhões de reais ao longo dos próximos cinco anos. 

A expectativa entre especialistas é de que todos receberão ofertas, com participação significativa de grandes empresas do setor. Além disso, a presença de elétricas com tradição em transmissão de energia deve ser favorecida por uma nova regra aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que proíbe a venda das concessões antes do início da operação comercial dos projetos.

Essas mudanças, no entanto, não evitarão a entrada de grupos menores no certame, como empresas de engenharia e construção e agentes financeiros, que seguem de olho nos ativos a serem licitados, acrescentaram fontes do mercado.

Companhias como a estatal Eletrobras (ELET3; ELET5; ELET6), além de Engie (EGIE3), Neoenergia (NEOE3), EDP Brasil (ENBR3), Equatorial (EQTL3), Taesa (TAEE11), Transmissão Paulista (TRPL4), CPFL (CPFE3) e Alupar (ALUP3; ALUP4; ALUP11) são potenciais nomes na concorrência, assim como empresas de construção, que já vinham aparecendo em leilões anteriores, disseram analistas do Credit Suisse em relatório no domingo.

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