ANP sugere financiamento para pesquisas sobre óleo

Empresas petrolíferas devem ter que investir, só este ano, cerca de R$ 2 bilhões em estudos. Por um contrato, elas são obrigadas a aplicar recursos em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Sendo assim, a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) sugeriu que parte desse valor seja direcionado a grupos de trabalho com pesquisadores convidados pelo GAA (Grupo de Acompanhamento e Avaliação), que coordena as ações de acompanhamento da situação do óleo no litoral brasileiro.

Os R$ 2 bilhões estimados equivalem à cerca de 40% de todo o orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para este ano, que é de R$ 5,09 bilhões. Desse total, até o início de dezembro, cerca de R$ 4,697 bilhões estavam disponíveis para empenho.

Segundo o diretor da ANP, Felipe Kury, os recursos obrigatórios ainda não destinados, bem como os futuros, podem beneficiar as pesquisas. “Em função da natureza dos grupos de trabalho e das pesquisas que estão desenvolvendo [sobre o óleo de origem desconhecida], eles [os grupos de trabalho criados pelo GAA] podem submeter os estudos e pleitear que sejam custeados por esta regra”, disse Kury.

ACESSE AS REDES DA PANORAMA OFFSHORE:

Deixe uma resposta