Ao menos um leilão pode ser adiado, diz diretor da ANP

De acordo com o diretor da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), Décio Oddone, o governo deve avaliar a possibilidade de adiamento de ao menos um dos três leilões de petróleo previstos para acontecer ainda este ano, a fim de evitar a sobrecarga de empresas interessadas na concorrência.

Os leilões estão marcados para o dia 10 de outubro, para 6ª rodada de concessões que inclui 36 de blocos fora do polígono do pré-sal; 28 de outubro, com excedentes da cessão onerosa; e 7 de novembro, com cinco áreas do pré-sal. A estimativa é de que 45 áreas sejam licitadas no total.

Segundo Oddone, ainda não há definição sobre o adiamento, que depende de aval do megaleilão do pré-sal, e sugeriu ainda que, se necessário, o governo opte por adiar a 16ª rodada de concessões. “Mas a decisão é do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética)”, afirmou.

O diretor disse ainda que a 16ª rodada de concessões e o 6º leilão do pré-sal são possivelmente as licitações “mais atraentes” que a ANP já elaborou. A expectativa é de que a agência lance ainda um calendário quinquenal de leilões com duas rodadas por ano a partir de 2020.

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