Após desembargadora determinar suspensão das demissões, petroleiros devem dar fim à greve

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 9ª Região, através da desembargadora Rosalie Michaele Bacila Batista, determinou na terça-feira, 18 de fevereiro de 2020, a suspensão imediata das demissões na Ansa (Subsidiária da Petrobras Araucária Nitrogenados).

A decisão, foi tomada em decorrência do impasse entre a Petrobras e os representantes dos trabalhadores na audiência de conciliação. A determinação da desembargadora vale até o dia 6 de março, quando haverá uma nova tentativa de acordo.

O impasse teve seu auge quando o sindicato dos trabalhadores não aceitou a proposta apresentada pela Ansa. Veja abaixo a base da proposta:

*** Pagamento proporcional de 40% da remuneração de dezembro de 2019 por ano trabalhado, acrescentando meia remuneração ao final, sendo o piso de R$ 60 mil e o teto de R$ 200 mil.

*** Aviso prévio indenizado.

*** Retroação de benefícios aos 144 demitidos.

*** Benefício educacional para os dependentes, plano de saúde (médico, odontológico e fármaco) por dois anos, independentemente de obter novo emprego.

Aparentemente a suspensão da greve agradou a FUP (Federação Única dos Petroleiros). Na avaliação de Gerson Castellano, diretor de imprensa e comunicação da Federação, a decisão da desembargadora foi boa e muito responsável ao cessar o processo de demissões. Agora a decisão do TRT será levada à categoria no Paraná em assembleia, que deve ocorrer até quinta-feira (20), quando será deliberada a suspensão ou manutenção da greve.

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