Aproveitamento da energia eólica offshore no país

Segundo o relatório do Conselho Global de Energia Eólica em 2018 (GWEC, na sigla em inglês), o aproveitamento da energia eólica para geração elétrica atingiu 539 GW no Brasil. Contudo, menos de 20 GW são aproveitados no segmento offshore. Até mesmo a Europa, maior concentradora da capacidade offshore da atualidade, detém apenas 8% da capacidade de geração renovável.

Um dos principais causadores desse cenário são os riscos: a área do mar ainda é um ambiente severo com todas as suas ondas e tempestades, o que exige bons equipamentos especiais capazes de suportar situações adversas. Além disso, o possível impacto à vida marinha ainda é um fator preocupante aos profissionais do meio.

Contudo, já foi comprovado que o Brasil possui um ótimo potencial energético eólico offshore. Institutos como a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA, na sigla em inglês) e algumas outras entidades vêm realizando estudos para definir o potencial energético do país. Sabendo que o território possui cerca de 7.367 Km de costa, além de uma plataforma continental extensa, ventos alísios presentes na região nordeste do país de intensidade e direção constantes, conclui-se que o país possui as características necessárias para esse tipo de geração de energia. A previsão é que até 2050 o eólico offshore evolua, alavancando, então, o Brasil junto na categoria.

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