Crimes virtuais preocupam empresas petroleiras

Não é de hoje que crimes virtuais fazem estragos em empresas de todo o planeta. O Brasil, por exemplo, é um dos principais alvos e recebeu 15 bilhões de tentativas de ataque cibernético em apenas três meses, de acordo com um levantamento de uma empresa de segurança cibernética. Fato é que esses problemas estão sendo recorrentes em companhias de petróleo também.

Anos atrás, identificaram um ataque nomeado de “Dragão Noturno”, que teria como alvo entre 5 a 12 organizações petroleiras e tentava roubar informações sigilosas das entidades. Na época, a McAfee, Inc. – uma empresa americana de informática software de segurança sediada em Santa Clara, na Califórnia – acreditava que chineses tivessem envolvidos no crime.

Outro caso é o recente ataque cibernético a Pemex (Petróleos Mexicanos), que paralisou os sistemas de informática da empresa e exigiu quase US$ 5 milhões em um prazo específico para receber o pagamento. Fatos como esses provam que ameaças cibernéticas estão crescendo em ritmo alarmante e se transformando em uma epidemia, tanto em questão de quantidade quanto em sofisticação. Além de algumas empresas não se prevenirem, outras acabam pagando o valor silenciosamente e alimentam novos ataques

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