Bacia de Santos deve receber oito das 13 plataformas construídas pela Petrobras

A partir da informação do presidente da Petrobras, Pedro Parente, de que a estatal deve produzir suas próprias plataformas, construção de 13 novas plataformas, os estaleiros estão a postos. A mega-informação ocorreu em evento na cidade de São Paulo, em março deste ano: “Implantação de Base Offshore como alavanca do desenvolvimento regional”, na cidade de Guarujá, e os estaleiros brasileiros estão na expectativa da retomada no setor naval.

A Bacia de Santos receberá mais 13 plataformas até 2022, disse Parente, oito serão da própria estatal e as outras cinco de empresas que ganharem direito de construção em licitações.

O preço de uma plataforma construída no Brasil no ano de 2010, girava em torno de US$ 1,2 bilhão, e cada plataforma, segundo especialistas do IBP –  Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, gera mil empregos diretos.

Pedro Parente afirmou ainda que as operações na Bacia de Santos nos últimos 10 anos se multiplicaram e das plataformas planejadas, 2/3 serão destinadas o bloco santista, criando a expectativa de que a capacidade de produção se aproxime de 2 milhões de barris/dia. O presidente da estatal disse que é fundamental que os leilões retomem o quanto antes para que possa haver o máximo de empresas operantes nos ativos desta bacia sedimentar.

No meio naval, o anúncio da Petrobras abre enormes precedentes para à movimentação brasileira no setor, porque a estatal já começou algumas negociações com estaleiros brasileiros.

A Sete Brasil deu entrada em todos os trâmites para resolver pendências judiciais e voltar a construir para a estatal. Também há negociações informais para implementação de base offshore da empresa na cidade de Guarujá, e há estudos neste sentido para averiguara viabilidade do projeto.



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