Bons ventos para o setor energético brasileiro

Desde a Crise do Apagão ocorrida no Brasil no ano de 2001, a segurança energética se tornou um assunto de maior importância no que diz respeito ao desenvolvimento do país. Esse fator ocasionou alguns investimentos vindo das áreas públicas e privadas para o setor de energia. Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), em 2015, apontava um panorama positivo para o setor nos próximos anos, e ao que tudo indica, as previsões têm se concretizado.

De acordo com o IBP, no ano de 2012, a oferta de energias renováveis somava um valor de 13% em comparação à previsão de 15% em 2020. Já pelos dados do Balanço Energético Nacional, realizado neste ano pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética) baseado em números de 2018, a capacidade de geração eólica atingiu 48,5 TWh (terawatt-hora), equivalente a um percentual de 14,4%. De acordo ainda com um levantamento feito pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil chegou, também no último ano, à marca de 1 GW (gigawatt) de potência gerada por energia solar fotovoltaica.

Dessa forma, é possível verificar o crescimento gradativo no cenário energético do país. Apesar de o Brasil ainda enfrentar desafios básicos de estrutura e fornecimento, e embora saibamos que há muito a se desenvolver, o potencial do setor é, sem dúvidas, promissor.

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