Brasil discute aumentar área de exploração na ZEE

Desde 2004, o país estuda junto à ONU a possibilidade de aumentar sua área exploratória em mais de 1 milhão de quilômetros quadrados. A Amazônia Azul compreende uma série de espaços oceânicos e de riquezas definidas pela Marinha do Brasil na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNDM) em vigor desde 1994.

Uma parte dela está inserida na Zona Econômica Exclusiva (ZEE), que consiste em um espaço marítimo delimitado além do território de cada país. Desde 2004, o Brasil debate com a ONU a possibilidade de aumentar seu território na ZEE para 4,5 milhões de quilômetros quadrados a serem explorados. Atualmente, o país possui uma área de 3,6 milhões de quilômetros quadrados.

Essas áreas oceânicas abrigam grandes recursos naturais como petróleo, óleo e gás, além de ser um gerador de empregos em potencial. Assim, é de grande interesse do governo brasileiro leiloar novas fronteiras de petróleo e gás para aumentar sua área de proveito.

Apesar do crescimento econômico em potencial que pode ser gerado, estudiosos discutem sobre a questão do aproveitamento das riquezas naturais em contrapartida à contaminação ambiental. Com isso, o questionamento final em relação ao movimento da área de exploração brasileira seria: é possível o Brasil aumentar a exploração na ZEE sem causar grandes impactos ambientais?

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