Com PDVs, Petrobras prevê um retorno de R$ 18 bilhões

Na noite da última quinta-feira (2), a Petrobras informou que estima um “retorno adicional” de cerca de R$ 18 bilhões até 2025 com as saídas dos 10.082 funcionários inscritos em programas de desligamentos voluntários (PDVs) ou de aposentadorias incentivadas (PAI).

Em recente entrevista, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, já havia falado o número de inscritos nos programas de demissão, mas não forneceu os detalhes dos custos e retornos que serão obtidos. 

Para a estatal, o retorno se baseia no custo evitado de pessoal de R$ 22 bilhões menos o desembolso com as indenizações, avaliadas em 4 bilhões de reais. A empresa prevê ainda uma redução de custo de pessoal até 2025 em torno de R$ 4 bilhões por ano com a saída dos mais de 10 mil cadastrados nos programas, número que representa 22% da força de trabalho atual.

“Cabe destacar que o impacto esperado das indenizações no caixa da companhia não será imediato em 2020, mas sim diluído ao longo dos próximos três anos. Isso porque, no PDV 2019, existem categorias com saída prevista em até 24 meses, o que diluirá os desligamentos no tempo”, destacou a Petrobras em comunicado. “Além disso, a companhia optou por diferir o pagamento das indenizações em duas parcelas, sendo uma no momento do desligamento e a outra em julho de 2021 ou um ano após o desligamento, o que for maior”.

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