Consumo de energia aumenta com a valorização do Bitcoin

O consumo de energia tem aumentado com a chegada do Bitcoin, uma criptomoeda (moeda digital), que se tornou alternativa econômica, para pagamentos de bens e serviços de forma digital. O que tem interessado muito aos investidores.

Segundo o cientista de Computação, Arvind Narayanan, o Bitcoin é responsável por quase 1% da energia consumida no mundo. Além de liberar em sua produção mais CO2 na atmosfera do que a própria mineração de ouro. O precioso metal, libera cerca de 20 toneladas enquanto o Bitcoin libera aproximadamente 49 toneladas.

Em maio, as criptomoedas consumiam cerca de 0,5% de energia, a mesma quantidade é gasta em toda a Áustria. Para o economista responsável pela Digiconomist, Alex de Vries, uma transação simples de Bitcoin representa o consumo de energia de uma casa por semana.

Ainda para o especialista, as duas formas de mineração causam excessos na liberação de CO2, mas também trazem riquezas para o setor econômico, mesmo o Bitcoin sendo ainda uma especulação e que precisa ainda passar por aprovação concreta.

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