COVID-19: Túneis de ozônio são adotados por petroleiras

Líderes do setor de petróleo estão tentando um novo método para reduzir o risco de propagação de doenças, visto a atual pandemia de coronavírus: túneis infláveis que emitem ozônio para descontaminação de pessoas e objetos. Os túneis são produzidos pelas empresas Blimp Rio e Astech e têm chamado a atenção das petroleiras.

No mais, uma singela fila de pedidos já começou a ser formada. A tecnologia faz uso do ozônio no combate ao novo vírus, e sua eficácia já foi comprovada pela Universidade de São Paulo (USP). Foram criadas câmaras para descontaminação mais rápida de materiais, como máscaras. De acordo com a USP, o ozônio é uma molécula reativa ao oxigênio e conhecido como um dos microbicidas de ação mais rápida contra bactérias e vírus.

Assim, multinacionais de petróleo têm optado montar túneis nos aeroportos e em plataformas que chegam aos helicópteros para transportar os petroleiros. A intenção é reduzir o risco de transporte do vírus para dentro das unidades. No mais, o tempo dentro do túnel dura cerca de dois minutos. O procedimento não descontamina pessoas que já estão com vírus, mas contribui para que não haja novas contaminações. O menos dos túneis custa R$ 7 mil e tem 2,2 metros de extensão, suportando até oito pessoas por vez.

Por fim, o último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) no setor contabilizou 1.445 casos suspeitos na indústria do petróleo, com 625 empregados contaminados, sendo 243 que acessaram as estações offshore.

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