Eficiência energética impacta na economia global

Assim como mostrou uma análise feita pela Agencia Internacional de Energia (IEA, em inglês), com políticas de eficiência energética corretas, a economia global poderá dobrar de tamanho até 2040. No entanto, não é isso que mostra os últimos dados e acontecimentos no mundo. A verdade é que há uma desaceleração preocupante na melhoria da eficiência energética em escala global.

Pesquisas feitas com empresas que promovem iniciativas envolvendo sustentabilidade e eficiência energética já provaram que o retorno econômico é altamente significativo. A notícia ruim é que segundo o American Council for an Energy-Efficient Economy (Conselho americano para uma economia eficiente em energia), que avalia as políticas públicas e as práticas empresariais de gestão eficiente de energia das maiores nações consumidoras, o Brasil ainda está bastante abaixo do seu potencial.

A matriz energética brasileira, por exemplo, ainda é muito dependente de usinas hidrelétricas. Ou seja, basta uma forte crise hídrica atingir o país para a geração de energia também ser comprometida e assim, causar problemas econômicos e sociais.

O que falta é a população se engajar e sentir os benefícios dessas mudanças e só assim, ela irá modificar seu comportamento e tornar-se consciente, adquirindo equipamentos eficientes e fazendo o uso racional de energia.

Até mesmo as cidades podem implementar programas em prédios, na iluminação pública e no saneamento básico e garantir uma expressiva economia de eletricidade. Pode até parecer fora do normal, mas se aplicada de forma bem planejada, a eficiência energética pode, sim, alcançar esses resultados de uma só vez.


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