Eletrobras pretende demitir 3 mil funcionários

A Eletrobras prorrogou para o dia 9 de novembro o prazo de adesão ao Plano de Demissão Voluntária (PDV), que tem a meta de atingir 3 mil desligamentos de funcionários da companhia. O motivo se deve a um baixo número de inscritos ao plano. É a segunda vez que a estatal altera a data limite do PDV, que já havia sido adiada para o dia 26 de outubro.

Com o objetivo de atingir 3 mil, a empresa conseguiu apenas 733 empregados. São elegíveis ao PDV trabalhadores que tenham no mínimo 1 anos de vínculo empregatício com a empresa, no ato do desligamento, ou anistiados e reintegrados à empresa através da Comissão Especial Interministerial de Anistia, sem que haja necessidade de tempo mínimo de casa.

O Plano de Demissão Voluntária vem acontecendo nas subsidiárias em meio ao atual cenário de privatização em massa. De seis distribuidoras, quatro já foram vendidas à iniciativa privada. A companhia alega que as desestatizações são necessárias para que seja feita a liquidação das dívidas acumulativas da Eletrobras.

Além da venda das estatais, outra alternativa encontrada pela companhia de energia elétrica é gerar o corte de funcionários por intermédio do PDV para que a empresa economize os seus gastos. Em março deste ano, a estatal havia anunciado a aprovação do PDV nas subsidiárias Eletrobras Cepel, CGTEE, Chesf, Eletronuclear, Eletronorte, Amazonas GT, Eletrosul e Furnas, além da própria Eletrobras.

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