Empresários demonstram preocupação com a crise energética

Dependendo não só de que as medidas tomadas pelo governo sejam acatadas, mas também das chuvas, os empresários têm aparentado insegurança quando o assunto é o retorno econômico. Com as pequenas, porém, existentes hipóteses de um racionamento energético resultantes da atual crise hídrica, as incertezas sobre o assunto e suas consequências crescem não só para esses anos, mas também para 2022. Empresários de pequenas e médias empresas temem que não consigam arcar com os níveis de produção que se tornaram maiores com a elevação nas taxas de energia.

De acordo com avaliação de Luiz Ribeiro, diretor-geral da América Latina da Fluke do Brasil, é necessário que o Brasil se reinvente para que as pequenas e médias empresas não fechem ou parem suas operações. “Em caso de racionamento de energia, oito em cada 10 dessas empresas teriam prejuízos, sendo que, em 48% delas, o dispêndio seria considerado alto. Apenas 20% não seriam prejudicadas, exatamente por utilizarem outra fonte de energia na linha de produção, não dependendo da energia hidrelétrica”, explica.

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