Energia solar se expande no país e traz benefícios

Do total da matriz energética brasileira, 1,2% é produzido através sistemas solares fotovoltaicos. Porém, ao que parece, isso irá mudar. Em 2012, mudanças nas regras do setor de energia deram um pouco mais de liberdade ao consumidor para escolher de onde vem a sua eletricidade. As normas permitiram ainda que o usuário transformasse a energia não consumida em um crédito para abater na conta de luz. Além disso, o valor da conta vem aumentando de forma significativa a cada ano. É por esses fatores que, atualmente, o interesse pela geração de energia solar vem crescendo.

Existe, portanto, uma expansão na geração distribuída — em que placas solares em telhados ou terrenos geram energia para atender à demanda de casas ou de estabelecimentos comerciais e indústria. De acordo com a ANEEL, o número de sistemas deste tipo implantados passou de 8 (de janeiro a março de 2013) para 111.852 (em setembro de 2019), sendo 111.527 sistemas fotovoltaicos, 93 hidráulicos, 59 eólicos e 173 termelétricos.

Segundo dados divulgados na revista Época, por exemplo, de 2016 para cá, o número de sistemas de energia solar saltou de 8,7 mil para 111 mil no país, um aumento de 1.181%. A potência cresceu ainda mais, de 91,84 megawatts (MW) para 1,34 mil MW – salto de 1.359%.

Ou seja, há um movimento de popularização da energia solar no Brasil, que alcança igrejas, redes lojas, shopping center e até hidrelétricas. A energia vem crescendo a passos largos e existem diversos benefícios econômicos e ambientais que estão ajudando a impulsionar o crescimento desta fonte renovável.

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