Estocagem de gás é indicada para o setor elétrico

A Rio Pipeline 2019 que ocorreu em agosto, organizada pelo Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) teve como destaque a ampliação do setor de gás para integração com o setor elétrico.

Segundo Gustavo Labanca, diretor-executivo da transportadora de gás TAG, a ideia é fazer com que o Brasil estoque gás para substituir as termelétricas, já que o pré-sal tem produção contínua, enquanto as termelétricas apenas complementam as fontes de energia renováveis. Recentemente, a TAG foi vendida para Engie e Caisse pela Petrobras.

“Há um potencial grande, sobretudo em campos terrestres no Nordeste e Espírito Santo, mas os investidores precisam ter acesso às informações sobre a geologia desses reservatórios exauridos para identificar se são próprios para estocagem”, relata Labanca.

Ademais, por se tratar de um elemento não-tóxico e encontrado na natureza em estado próprio para uso, o gás natural oferece diversas vantagens sobre outras fontes energéticas. Sua distribuição por meio de gasodutos facilita o manuseamento e diminui a dificuldade de transportação, o que colabora para que seu valor seja menor em relação a outras fontes de energia.

Além disso, a emissão através de tubos proporciona sua chegada até mesmo em regiões mais afastadas do país, o que também injeta na economia local a criação de novas vagas de emprego.

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