EUA aumentam as sanções à Venezuela

Após a convocação da Assembleia Nacional Constituinte, pelo presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, os Estados Unidos da América informaram que irão ampliar as sanções que já vem sendo aplicadas ao setor de petróleo venezuelano.

Fontes ligadas ao governo americano disseram que não haverá bloqueio nas importações de matéria-prima da Venezuela, ao menos no primeiro momento, mas que provavelmente os EUA promoverão o veto das exportações de petróleo e produtos refinados ao país sul-americano, além de restringir a empresa estatal venezuelana PDVSA, ao uso do sistema bancário e cambial americano.

Outra opção que vem sendo debatida é com relação a proibição das empresas norte-americanas de investirem no setor de energia do país de Maduro. Com a sanção, o país sul-americano terá que recorrer a Argélia e Nigéria, que tem preços mais altos, para comprar petróleo leve e misturar ao pesado que ela produz, ação que poderá minar ainda mais a frágil econômica venezuelana.

As petroleiras americanas, nos últimos dias, se opuseram a qualquer medida de veto as importações do petróleo venezuelano, já que as organizações da Costa do Golfo dependem desta matéria-prima para converter em combustível os graus mais pesados de petróleo. Contudo, o governo americano tem aumentado a pressão contra o plano de governo de Maduro.

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