Evo Morales renuncia e traz impacto a Gasbol

No último domingo (10), o presidente da Bolívia, Evo Morales, e o vice-presidente, Álvaro García Linera, renunciaram ao cargo. A saída do presidente afeta diretamente a chamada pública, visto que a Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) oferta 18 milhões de m³/de capacidade do Gasbol (Gasoduto Bolívia-Brasil), referentes a um contrato com a Petrobras que vence este ano e atualmente está suspenso por conta de um pedido do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em vista disso, para o gasoduto não ficar descontratado, serão feitas até seis rodadas para envio das propostas, que começarão em 21 de outubro, com divulgação do resultado final até 14 de novembro. Em 2021 e 2024 vencem contratos de 6 milhões de m³/dia, cada, entre a TBG e a Petrobras. Para 2030, vence o último contrato, de 5,2 milhões de m³/dia.

A TBG se estabeleceu em 18 de abril de 1997 e o Gasbol iniciou sua operação de transporte de gás natural em 1999. Composto por tubos de aço soldados e enterrados no solo a uma profundidade média de um metro, o gasoduto transporta o gás natural proveniente da Bolívia para o Brasil, passando pelos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

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