Furto de combustível em oleodutos da Petrobras prejudica até mesmo o mercado

A Polícia Civil e o Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ) em operação hoje, 16 de março, conseguiram desarticular uma quadrilha que tinha esquema para desviar combustível e petróleo da Petrobras. De acordo com as investigações, ano passado a quadrilha proporcionou um prejuízo de R$ 33,4 milhões a estatal, com o furto ilegal de 14 milhões de litros de combustível.

A operação Ouro Negro saiu as ruas na manhã desta quinta-feira,  no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais para cumprir 11 mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão do grupo que desviava combustível e petróleo dos dutos da Transpetro, na Baixa Fluminense, e os revendia de forma ilegal. De acordo com informações da polícia, para desviar os produtos, era utilizado a técnica da trepanação, que versa sobre a instalação de uma derivação clandestina na tubulação perfurada, sem que houvesse a necessidade de fechar o abastecimento do produto.

Segundo informações, as ligações clandestinas estavam instaladas em terrenos diversos em Caxias, Nova Iguaçu, Magé e no Arco Metropolitano. As investigações apontam que a após extração de diesel, gasolina, álcool, etanol até petróleo cru, os produtos eram levados para refinarias clandestinas em Minas Gerais e São Paulo.

A quadrilha atuou entre junho de 2015 e março deste ano e entre os acusados como chefe da quadrilha no Rio está o ex-vereador de Duque de Caxias, Denilson Silva Pessanha, conhecido como “Maninho”, que se encontra foragido. Alguns denunciados já foram presos. A ação prejudicou não só a Petrobras, mas também o mercado de petróleo no Brasil.

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