Futuro do mercado de gás é discutido em OTC

Na última terça-feira (29), a diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras, Anelise Lara, destacou que a abertura do mercado de gás natural e as parcerias com outras empresas vão proporcionar ganho de escala, aumento da capacidade de investimento e compartilhamento de riscos no desenvolvimento de novas infraestruturas para destravar o valor do gás offshore.

Em painel na OTC Brasil, a diretora frisou a importância do gás de campos offshore: “Mais de 80% da nossa produção de gás é associada à produção de óleo e desse total 60% já vem dos campos do pré-sal”.

O próximo projeto para escoar a produção de gás do pré-sal da Bacia de Santos, a Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), em Itaboraí (RJ), está prevista para o segundo semestre de 2021. Além disso, informou que conforme acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Petrobras se comprometeu a se desfazer de suas participações na TAG, na NTS e na TBG, além dos 51% que detém na Gaspetro.

“Todo esse esforço vai proporcionar um novo mercado de gás no Brasil, mais aberto e que pode viabilizar preços mais competitivos. Nós podemos fazer isso juntos, com parceiros”, disse Anelise.

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