Gás de cozinha tem aumento de 4,4% a partir de hoje

O botijão de gás de 13 kg terá valor de R$ 23,10. A Petrobras também anunciou alta no valor da gasolina e do GLP industrial.
A estatal brasileira de petróleo e gás anunciou hoje aumento no preço do gás de cozinha (GLP residencial) nas refinarias em 4,4%, em média. Com isso, o botijão de 13 kg terá um valor de R$ 23,10. No acumulado do ano, o GLP residencial comercializado pela Petrobras acumula, no entanto, uma queda de 5,2% em relação a dezembro de 2017.Segundo nota da estatal, o novo valor começa a valer a partir desta quinta-feira, dia 5 de julho. O GLP industrial (que representa cerca de 30% do mercado de botijão do país) também terá aumento de 4,4% a partir de quinta-feira.

A política de preços do GLP residencial prevê ajustes trimestrais no valor de venda do GLP envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 kg. Segundo a companhia, o motivo da alta foi a desvalorização do real frente ao dólar, que entre março e junho chegou a 16%. No mesmo período, disse a companhia, os aumentos “poderiam levar a um reajuste superior ao divulgado hoje”.

Porém, “esse impacto foi diluído pela combinação entre o período de nove meses usado como base para o cálculo do preço, conforme definido na metodologia anunciada em janeiro, além do mecanismo de compensação que permitirá que eventuais diferenças entre os preços praticados ao longo do ano e o preço internacional sejam ajustados ao longo do ano seguinte, conciliando a redução da volatilidade dos preços com os resultados da Petrobras”.

A Petrobras também anunciou na manhã desta quarta-feira (5/7) que o preço da gasolina comercializada nas refinarias passará para Revisada2,0033 a partir desta quinta-feira,  o que representa um aumento de 0,9%. Até esta quarta; feira,  o valor por litro era vendido a R$ 1,9854. A última vez que o preço nas refinarias tinha chegado aos R$ 2 foi em 2 de junho, quando a gasolina era vendida a R$ 2,0113.

Nesta terça-feira,a Petrobras anunciou a suspensão dos processos para a formação de parcerias na área de refino e também para a venda de sua participação na fábrica de fertilizantes Araucária Nitrogenados e na Transportadora Associada de Gás (TAG).

Em nota, o Sindigás disse que, de acordo com as informações que as distribuidoras receberam da Petrobras, o aumento de preço será entre 4,2% e 4,6%, dependendo do polo de suprimento, tanto para o GLP empresarial quanto para o residencial. “Com o aumento, o ágio praticado pela Petrobras está em 25,45% em relação ao preço praticado no mercado internacional e o preço do GLP empresarial vai ficar 57,52% acima do valor cobrado pelo GLP residencial”, destacou o Sindigás em nota. Na avaliação do Sindigás, esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando empresas que operam com uso intensivo de GLP.  Fonte: Jornal O Globo.

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