Governo avalia venda de ativos de 131 estatais

Uma das maiores convicções de Jair Bolsonaro e sua equipe econômica está na realização de uma espécie de “reciclagem” para recuperação da economia, à base de corte de gastos públicos e de privatização ou capitalização das principais estatais do País. O governo divulgou uma lista, enumerada com 131 empresas públicas que estão em processo de avaliação para serem vendidas à iniciativa privada. A maior parte delas é dos setores de energias, petróleo e gás.

Mirando única e exclusivamente na lucratividade das empresas públicas, a pretensão do ministro da Economia, Paulo Guedes, é gerar desenvolvimento econômico no Brasil a partir do investimento no capital nacional derivado principalmente da supremacia do empresariado, que em sua maioria é constituído por estrangeiros.

Guedes defende a tese de descarte de companhias e subsidiárias deficitárias, com o objetivo de organizar o que julga, no seu ponto de vista, como bagunça na economia nacional. O fato de haver estatais que causam mais prejuízos do que rendimentos aos cofres públicos pode se tornar uma controvérsia quando é definido de forma generalizada.

Ainda que não se desfaça de todo o controle acionário, a venda de ativos das principais estatais brasileiras deve ser concretizada com previsão de início ainda este ano. O documento divulgado pelo governo mostra que 131 de 134 empresas públicas estão sob risco de serem privatizadas ou capitalizadas. Destas, 88 são empresas de controle indireto (subsidiárias) e as 46 restantes são de controle direto da União, sendo 18 dependentes do Tesouro Nacional para atividades operacionais, o que dificulta a situação fiscal brasileira.

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