Greve é mantida e petroleiros pressionam Petrobras

Desde o início do mês, funcionários estão se mobilizando em uma greve contra demissões na Fafen, uma fábrica de fertilizantes da Petrobras, localizada no Paraná. Como protesto, um grupo se mantém acorrentado aos portões da fábrica no Paraná, enquanto um outro está acampado em vigília na frente da sede da empresa, no centro do Rio. Além disso, cinco sindicalistas encontram-se uma sala do prédio, no mesmo andar do setor de recursos humanos e esperam alguma negociação.

As demissões seriam pelo encerramento da fábrica anunciado pela Petrobras há quase um mês, que causaria o desemprego de quase mil pessoas, segundo o cálculo dos sindicatos e do Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR). A paralisação já completa 10 dias e são 40 plataformas, 18 terminais, 11 refinarias, 20 unidades operacionais e 3 bases administrativas com trabalhadores em greve por todo o país.

A Petrobras informou que a greve ainda não gerou impactos sobre a produção e que está providenciando a contratação imediata de pessoas e serviços para garantir a continuidade de suas operações. A estatal alegou que as contratações são necessárias porque sindicatos teriam descumprido a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que exigiu manutenção de 90% do efetivo.  

No entanto, a FNP (Federação Nacional dos Petroleiros) deu orientação para que aposentados não aceitem a proposta de contratação temporária, já que segundo dirigentes, a Petrobras estaria fazendo ligações para ex-funcionários para suprir a mão de obra. 

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