Indústria do petróleo volta a engatinhar após clímax da crise iniciada em 2014

Os ares do óleo pelo mundo indicam que pela primeira vez desde que a crise do petróleo explodiu em 2014­ o mercado mostra sinais de aquecimento. O fato do barril de petróleo já ter circulado na casa dos US$ 26, e agora na primeira quinzena de janeiro ele beirar os US$ 55 é demonstração inequívoca de os ventos negros do petróleo realmente estão mudando de norte a sul do planeta.

Especialistas estimam que os gastos globais em 2017 com produção e exploração de petróleo caminhe pela casa dos US$ 450 bilhões, fato que representa um crescimento de cerca de 3% se comparado com os números do ano passado.

O mercado americano é um dos que mostram sinais de recuperação. Segundo dados da empresa Baker, em 2014 o número de plataformas de perfuração ativas nos EUA era de 404 unidades, enquanto agora no início de 2017 a mesma empresa indica haver 665 unidades em operação.

A indicação da Opep no sentido de que os países diminuam a produção de petróleo, juntamente com os novos investimentos que estão ocorrendo na indústria pelo mundo são fatores que realmente contribuem para que o mercado demonstre já nesse início de 2017 os primeiros sinais de crescimento e recuperação.



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