Leilões prometem aquecer a economia brasileira

A maior temporada de leilões de petróleo já feita no Brasil começa esta semana. As disputas podem atrair gigantes petrolíferas que possuem uma capacidade de exploração de reservas na costa brasileira maiores do que as reservas da Noruega. As licitações devem gerar R$ 237 bilhões ao governo federal e à Petrobras – soma de valores previstos nos editais e estimativas de petroleiras – que aquecerão a economia do país.

Cerca de R$ 120 bilhões devem ser pagos à estatal por investimentos feitos em áreas que vão a leilão, segundo o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), e os R$ 117 bilhões virão do bônus de assinatura – taxa, fixada nos editais das disputas, que as companhias vencedoras pagam para participar.

Exxon Mobil, Chevron, BP, Royal Dutch Shell e Petrobras estão na disputa por blocos que serão oferecidos em três leilões no prazo de apenas quatro semanas. O leilão mais esperado está programado para o início de novembro, que ofertará o excedente da cessão onerosa do pré-sal, estimado em até 15 bilhões de barris de petróleo.

O primeiro leilão, que está marcado para hoje (10), será a 16ª Rodada de Licitações para a exploração em áreas das bacias de Campos e Santos e segue o regime de concessão, estabelecido antes das descobertas do pré-sal.

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