Métodos não destrutivos no processo de perfuração

Obras de infraestrutura em geral causam transtornos incalculáveis. A cada manutenção de redes de gás, água, esgoto, comunicação e energia ou novas instalações a rotina de uma cidade inteira sofre alterações e problemas como o trânsito maior em razão de desvios.

Para mudar este cenário caóticas das obras, os Métodos não destrutivos (MND) são uma ótima opção já que neste processo não há necessidade de abertura de valas e os transtornos são minimizados. De acordo com a DRC, empresa especializada no ramo, o MND é uma tecnologia para a instalação de redes de infraestrutura utilizada em obras de perfuração. Através desse método de travessia subterrânea para a instalação de dutos, os prazos das obras são reduzidos e junto com ele o prejuízo social causado por longos dias de trabalho.

O processo de perfuração direcional ou conhecida como perfuratriz, funcionam da seguinte maneira: as máquinas fazem o furo-piloto com uma perfuratriz, por rotação e injeção de água e lama. Após, dilata-se o furo inicial até a largura necessária para a passagem do duto, pelo emprego progressivo de ferramentas de diâmetros maiores, que deslocam e compactam o solo. Ao final é instalado o tubo através de sonda por tração.

São diversos os tipos de MND, entre os mais utilizados está o método direcional. Nessa opção é possível guiar a sonda durante a perfuração facilitando o desvio de barreiras ou redes já presentes no subsolo. O principal diferencial das máquinas de MND é o pull-back que nada mais é que a capacidade do equipamento de puxar todos os acessórios que foram utilizados para a passagem até a outra extremidade.

Os gastos para uma empresa optar por esse tipo de serviço podem ser maiores do que as perfurações comuns se levado em conta só o valor investido na obra, mas os prazos menores e a redução de problemas elevam o custo-benefício desse método.

Tiago Eduardo Cardoso
Cadastronet
Telefone:(011) 4412-9244

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