Moçambique deve começar a produzir gás natural

O consórcio do projeto de gás do norte de Moçambique formado pela multinacional petrolífera ENI (Ente Nazionale Idrocarburi S.p.A), pela companhia portuguesa Galp, companhia chinesa CMPC e pela empresa sul-coreana Kogas, já está pronto para começar a produção de gás natural em Moçambique. Segundo a ENI, está faltando apenas a aprovação dos parceiros no projeto Coral Sul.

O projeto prevê a construção de seis poços submarinos ligados a uma unidade de produção flutuante (FLNG), com uma capacidade de liquefação de mais de 3,3 milhões de toneladas de gás natural liquefeito (GNL), por ano, equivalente a aproximadamente 5 mil milhões de metros cúbicos.

Em fevereiro de 2016, as autoridades de Moçambique aprovaram o plano de desenvolvimento do projeto. O campo de Coral, descoberto em maio de 2012 e descrito em 2013, fica localizado na área 4 e contém aproximadamente 450 mil milhões de metros cúbicos (TCF 16) de gás. Além do consórcio liderado pela ENI, a bacia do Rovuma conta com um consórcio liderado pela norte-americana Anadarko, que ainda não anunciou a decisão final de investimento no projeto.

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