Municípios fluminenses crescem com royalties

Uma das grandes fontes de riqueza do estado do Rio de Janeiro, senão a maior, os royalties do petróleo dão feitos positivos aos municípios fluminenses e para o Brasil, mais ainda com a descoberta do pré-sal. Há que se destacar a pujança da Petrobras, que mesmo diante de crises, impulsiona o estado carioca para o crescimento, e agora também a Pré-Sal Petróleo, empresa que atua nas decisões do Brasil sobre a exploração e produção.

Lá na década de 1970, quando a Petrobras escolheu Macaé para ser a sede de suas operações na Bacia de Campos, a cidade viveu um ‘boom’ populacional e industrial. Aproximadamente quatro mil empresas se instalaram no município e a população foi multiplicada por dez – hoje são mais de 200 mil habitantes. Houve o surgimento com esta ‘evolução’ de hotéis de luxo e vários empreendimentos do setor de serviços e no ramo de restaurantes, aumentando também o fluxo turístico.

O prefeito Alcides Francisco Ramos, que ficou no cargo de 1983 a 1988, dizia à época que tinha receio do crescimento que atingiu a cidade, “porque mesmo que se preparasse com antecedência, não teria como conter o crescimento populacional e manter os serviços públicos em ordem”.

As riquezas geradas com a produção de petróleo mantêm no pico como maiores arrecadadoras no ano de 2017 as cidades de Maricá, em primeiro lugar, e Niterói, que ficou em segunda colocação, porque foram beneficiadas pelo aumento da produção dos campos de Lula e Sapinhoá, na Bacia de Santos, dando impulso ainda aos municípios do Rio de Janeiro, Saquarema e Angra dos Reis.

Maricá situa-se a 60 km do Rio de Janeiro, e está a 200 km da costa das áreas de exploração dos campos da Bacia de Santos, 100 km a menos da cidade de Macaé, o que favorece a arrecadação maior de royalties para Maricá, desde que entrou em operação a FPSO Cidade de Maricá.

“A economia de Maricá começa a ser alavancada com a intenção de trazer ao município indústrias que se consolidem e que afirmem como município industrial”, disse em entrevista o presidente da Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar), José Orlando Dias, que indica que a empresa implantou o Plano Diretor do Aeroporto de Maricá, com previsão de expansão do pátio, instalação de balizamento, construção de terminal de passageiros e galerias de lojas.

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