No sobe e desce balança do petróleo

Quando estamos observando o mar conseguimos perceber o balanço natural das águas. Mesmo quando mais calmo, é possível notar o vai e vem das ondas. Assim, como esse balanço do oceano, também podemos perceber os preços do petróleo, nos últimos tempos. Não à toa o petróleo vem dessas águas profundas que, ora estão calmas e, em outros momentos, mais agitadas.

Desde de que a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep), decidiu limitar a produção global do “ouro negro” o objetivo foi valorizar os preços que estavam caindo drasticamente. Conforme o tempo foi passando, um novo acordo para manter os cortes na produção foi realizado. Mas, a pergunta que fica no ar é: será que todos esses esforços farão com que o petróleo volte a brilhar?

Desde 2014, os preços do petróleo estão caindo e, no último ano, pôde ser observado inconstâncias em seu preço, porém ainda baixo se comparado às épocas de valorização, anos anteriores a 2014. Tão inconstante como o preço do barril de petróleo é a dúvida em relação à eficácia do acordo da Opep.

Além disso, as reservas americanas de petróleo têm sido um entrave na elevação do preço barril do “ouro negro” e, apesar dos Emirados Árabes Unidos indicarem que existe a intenção de fazer novos cortes na produção de petróleo a partir de setembro, fazendo com que os investidores voltem a brilhar os olhos com mais entusiasmo, o cenário atual sobre o petróleo mundial está calcado sobre incertezas sobre se a commodity voltará aos seus dias de glória.

Será preciso mais um prazo de extensão de cortes da produção mundial? A próxima reunião da Opep, que está marcada para 30 de novembro, deverá decidir isso e também avaliar se o novo acordo está rendendo bons frutos, mesmo que estatisticamente não pareça. Continue acompanhando a Panorama Offshore e mantenha-se informado sobre tudo que acontece no setor de petróleo, gás, energias, gasolina, combustíveis, Petrobras, onshore e offshore. Lembre-se: seu negócio passa por aqui. Confira: www.panoramaoffshore.com.br.



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