O futuro da energia está na geração limpa?

O ano de 2020 foi de grandes mudanças em todos os setores. No setor energético, vimos o reforço da importância da geração de energia limpa como uma alternativa mais sustentável para o planeta. Várias gigantes do petróleo (como a British Petroleum e a Equinor), durante esse ano sinalizaram investimentos nesse mercado verde. No Brasil, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), 2020 representou um crescimento de 130% nos sistemas de geração de energia solar fotovoltaica em relação ao ano anterior. A tendência é que esse e outros setores renováveis continuem a crescer.

Outra tendência vem sendo a usina solar flutuante. Ela funciona basicamente como a usina solar em terra, mas é instalada sobre a superfície da água. É mais utilizada em projetos para produção de grandes cargas de energia, não sendo indicada para casas ou pequenas propriedades rurais. Vêm crescendo no Brasil: no início de 2020, duas empresas privadas e o governo de São Paulo instalaram uma usina flutuante na Represa Billings, na capital paulista, com capacidade de 100 quilowatt-pico (KWp).

A hibridização, combinando hidrelétricas e painéis flutuantes, também parece ser promissora. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), abriu em outubro passado uma consulta pública para debater usinas híbridas e associadas. Segundo a agência, “as usinas híbridas ou associadas podem agregar ganhos de eficiência para o sistema elétrico, relacionados principalmente à complementaridade de geração e à otimização do uso da rede, reduzindo custos de operação e postergando a necessidade de novos investimentos em expansão”.

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