O futuro do emprego na era da Inteligência Artificial e Robótica

As máquinas e os softwares tomaram milhões de empregos na indústria, no comércio e nos serviços no mundo. As atividades rotineiras são cada vez mais realizadas com a performance de robôs e projeções da inteligência artificial. Esses avanços tecnológicos fizeram com que a Academia Brasileira de Ciências (ABC) promovesse ano passado, o simpósio “O Impacto da Inteligência Artificial e Robótica no Futuro do Emprego e Trabalho”. O evento realizado no Rio de Janeiro, teve a participação do professor José Manoel de Seixas, do Programa de Engenharia Elétrica da Coppe/UFR.

O encontro com caráter multidisciplinar reuniu cientistas nacionais e internacionais das áreas de Economia, Sociologia e Ciência da Computação. E entre os especialistas deram seu aval ao encontro os economistas Edmar Bacha (Casa das Garças e ex-presidente do Banco Centro do Brasil), Naercio Menezes Filho (Insper) e o norte-americano Richard Freeman (Universidade de Harvard). Na área de ciências políticas, Wanderley Guilherme dos Santos (UFRJ) e da computação, Cristina Bicharra Garcia (Unirio), Fabio Kon (USP) e Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio), mais o professor da Coppe/RJ, José Seixas.

O encontro foi coordenado pelo Acadêmico e professor titular do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Virgílio Almeida, com o apoio do membro afiliado da ABC, o tecnologista sênior do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Artur Ziviani.

Foram debatidos entre outros temas “o impacto da inteligência artificial e automação nas economias emergentes”, os “Impactos na sociedade em função do crescimento da automação e inteligência artificial” e “O impacto da inteligência Artificial e automação na pesquisa científica”.

Rachel Mushahwar, gerente geral do grupo de vendas industriais e marketing para Américas da Intel, disse na O&G TechWeek, ocorrida ano passado também no Rio de Janeiro, que “estamos numa 4ª revolução, que é baseada em três fatores: físico, digital e biológico. Em 2025, 40% de todas as máquinas serão inteligentes e 50% dos trabalhos humanos serão feitos por sistemas cognitivos. A inovação permite tomar decisões mais imediatas e melhores”, afirmou. “Vocês já pensaram sobre o que acontece no mercado de O&G com os carros compartilhados, por exemplo? ”, questionou.



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *