O impacto do confinamento offshore na saúde mental de funcionários

Sabe-se que o trabalho offshore traz a funcionários uma vida completamente distinta da maioria das pessoas. O regime de confinamento do petroleiro offshore produz efeitos peculiares importantes na saúde mental e na qualidade de vida dos trabalhadores e de suas famílias. Devido ao fato de permanecerem 14 dias, ou mais, longe do convívio social, essas pessoas passam a ter muitos transtornos, irritações e tensões.

Muitos se apegam às novas tecnologias para fugir dessa situação e dar uma boa continuidade ao trabalho, porém, não é sempre que isso pode ser feito. Dessa forma, o tipo de trabalho offshore passou a ser um emprego que exige uma extensa saúde mental e difícil de ser mantido por muitos anos.

Para a psicóloga Dafiny Barreto, a instituição acaba impondo um modo de vida diferente e para passar a viver esse tipo de rotina, as vezes, é necessário deixar de ser quem se era para se tornar um alguém que dê conta das demandas do ofício.

“Ocorre a “mortificação do eu”, processo pelo qual a pessoa perde suas referências, segurança pessoal, regras sociais aprendidas, seu papel na rotina familiar e civil. Tudo isso devido ao distanciamento do grupo familiar e da sociedade, juntamente com a imposição de regras de condutas e metas estabelecidas pela empresa.” explicou.

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