Alta do preço do brent consolida corte da produção em 2018

Os cortes em vigor promovidos pela Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) surtiram efeitos mais do que esperados, e barril de petróleo brent foi cotado nesta segunda semana de janeiro/2018 a R$69,37, segundo o Financial Times, mais alta cotação desde o ano de 2015, “e ficou perto de preços vistos pela última vez em 2014, antes de o colapso dos preços da commodity”, indica fontes da revista.

Especialista e analista do mercado como o consultor Olivier Jakob, da Consultoria Petromatrix, diz que “estamos em um ambiente no qual os produtores da Opep e da Rússia reduziram sua oferta e os estoques caíram. Ao mesmo tempo, as questões geopolíticas preocupam”.

Já o governo americano indica que os estoques de petróleo tiveram queda maior que a esperada e ficaram em 419,5 milhões de barris. Já os dados do Instituto Americano do Petróleo publicados neste início de ano apontam também para redução de estoque ainda maior, e o petróleo WTI, Bolsa de Nova Iorque, foi cotado a US$63,31 por barril.

Países associados à Opep, que tiveram baixas nas suas economias, receberam a alta dos preços positivamente, pois demanda aceleração desde que o cartel mais os aliados prorrogaram até o final de 2018 o acordo do corte de produção.

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