Para CEO da Petrobras, recuperação da indústria de P&G será lenta

"A recuperação será lenta pelo desemprego em massa no mundo, rápido aumento da alavancagem financeira (endividamento) das famílias, empresas e governo e incerteza sobre o novo coronavírus, que só desaparecerá com a vacina", disse o presidente da Petrobras Roberto Castello Branco, em entrevista na última sexta-feira (15), apontando os motivos que fazem o Estado não ver uma rápida recuperação no setor. 

O presidente também reforçou o que a diretora financeira, Andrea Marques de Almeida, disse recentemente sobre preços mais baixos: "Queremos gerar mais valor, acreditamos em ativos de classe mundial e vamos conseguir gerar. A Petrobras está preparada para operar com um barril de petróleo a US$ 15."

Além disso, o diretor-presidente da estatal afirmou que os planos estratégicos da empresa não mudaram e falou sobre a preparação da empresa: "Nosso foco é cuidar da saúde dos nossos colaboradores e da liquidez da empresa. Temos US$ 15,7 bilhões em dinheiro, reduzimos os investimentos em US$ 3,5 bilhões e reduzimos os custos em US$ 2 bilhões." Por fim, Castello Branco reafirmou que não houve demissões em massa no

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