Paralisação de campos pode gerar demissões

Na última quarta-feira (13), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) alertou para o número de demissões que podem ser causadas pela paralisação da produção em plataformas marítimas e em campos terrestres de petróleo. A entidade sindical citou, ainda, a estimativa do Instituto de Estudos Estratégicos em Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), que aponta que a interrupção das atividades pode extinguir mais de 5 mil empregos apenas no estado da Bahia.

Devido à baixa no preço do petróleo, só no mês passado, 62 plataformas em campos de águas rasas das bacias de Campos, Sergipe, Potiguar e Ceará foram hibernadas. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) confirmou que, até o momento, 36 campos tiveram a hibernação formalmente comunicada. Desse total, 33 são operados pela Petrobras e 15 deles são terrestres. Os três campos no Recôncavo Baiano são os únicos da lista da ANP que não são operados pela Petrobras.

Segundo a FUP, a partir de abril, a empresa descontratou cinco sondas de perfuração, o que levou à demissão de 350 trabalhadores do campo terrestre de Dom João, em São Francisco do Conde, no Recôncavo, funcionários da empresa que prestava o serviço à Petrobras. Porém, a estatal não confirmou as demissões. 

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