Petrobras na mira da privatização

A Petrobras segue a passos largos a caminho da iniciativa privada. Esse fato se evidencia em decorrência dos inúmeros leilões de poços de petróleo que estão sendo vendidos por preços a nível de caridade ao mercado — principalmente aos países estrangeiros — e pelo corte do Governo Federal na metade da capacidade de produção das refinarias brasileiras.

Como efeito dominó, as expectativas são de que após a venda de grande parte das reservas de petróleo, o próximo passo seja privatizar a estatal petrolífera. Caso isto se concretize, acarretará em fortes impactos na economia — sobretudo nacional —, tendo em vista que atualmente, o petróleo é o principal responsável pela geração energética do mundo.

Entre as principais discussões que estão em pauta na possível desestatização da Petrobras, está a perda de controle do governo nos preços das bombas de combustíveis. Uma vez que uma estatal está amplamente ligada aos interesses da população, coloca-os acima da lógica de maximização de lucro, uma empresa privada, por sua vez, está fortemente relacionada às políticas econômicas que visam exclusivamente o acúmulo de capital.

Sem o controle do Estado, o valor da gasolina pode alavancar em níveis alarmantes. Nesta situação, não doerá somente no bolso dos brasileiros que possuem veículos, visto que a maioria dos bens duráveis e não duráveis são dependentes de transporte por rodovias, como alimentação, roupas, eletrodomésticos etc.

Ao que parece, aos olhos do governo, os interesses do mercado privado são prioridade maior. No entanto, a privatização da Petrobras deve ser estudada e discutida concomitantemente com a população, que é quem literalmente paga a conta.

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