Petróleo: Dificuldade no refino favorece a quem?

O Brasil tem um potencial gigantesco no mercado petrolífero, através da perfuração, crescendo como o maior extrator de petróleo bruto. Contudo, a produção de refino ainda é muito escassa. Exporta-se anualmente o óleo bruto e importa-se refinado pelo dobro do preço que foi vendido.

Para refinar no Brasil seria necessário que o governo investisse em instalação de refinarias com tecnologia avançada para seu processamento, pois o petróleo bruto brasileiro é, em sua maioria, muito denso.  

O mercado de refinações ainda é pequeno, visto a grande capacidade do País, mas precisa de muitos investimentos para que no futuro não seja necessário exportar o petróleo bruto e sim refiná-lo sem precisar pagar o dobro pelo serviço. De dimensões continentais e abundantes em petróleo, o País precisa de mais refinarias.

Entre as presentes no País, estão a Refinaria Abreu e Lima (PE); Refinaria Potiguar Clara Camarão (RN); Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); Refinaria Landulpho Alves (RLAM); Refinaria Lubrificantes e Derivados do Nordeste (Lubnor); Refinaria Capuava (Recap); Refinaria Duque de Caxias (Reduc); Refinaria Alberto Pasqualini (Refap); Unidade de Industrialização do Xisto (SIX); Refinaria Gabriel Passos (Regap); Refinaria Isaac Sabbá (Reman); Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar); Refinaria Presidente Bernardes (RPBC); Refinaria de Paulínia (Replan); Refinaria Henrique Lage (Revap). Destas a principal é a Replan, localizada no município de Paulínia, em São Paulo e tem capacidade de processar 434 mil barris de petróleo por dia.

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