Petróleo teve maior queda desde novembro

Apesar da redução de 930.000 barris de petróleo na semana encerrada no dia 28 de abril, o que proporcionais mais respiro aos produtores e investidores de petróleo. O preço do “ouro negro” ampliou perdas esta semana, em meio aos crescentes temores de um excesso global de abastecimento.

O contrato com vencimento para junho do petróleo WTI teve redução de 2%, sendo negociado a US$ 46,84 o barril. Enquanto em Londres, na Bolsa de Futuros ICE (ICE Futures Exchange) os contratos do Brent com vencimento para julho perdiam US$ 1,01 e o barril era negociado a US$ 49,78.

Desde de novembro passado que os preços do petróleo não atingiam patamares tão baixos. Os aumentos incessantes na produção dos Estados Unidos têm ofuscado os cortes acordados entre os membros da Opep e países produtores como a Rússia. A exploração americana atingiu a contagem mais alta desde agosto de 2015.

Ao que parece, a questão da redução nas reservas está longe de acabar. Contudo, em 25 de maio, o cartel petrolífero junto com outros países deve se reunir novamente para tomar a decisão final sobre a extensão por mais seis meses do acordo de redução na produção de petróleo para valorização da commodity.

Enquanto isso, continuamos observando e noticiando sobre as subidas e descidas do preço do petróleo, no tempo em que aguardamos por notícias positivas para o mercado mundial offshore.

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