PF suspeita de navio grego por vazamento de óleo

A Polícia Federal (PF) apontou o navio grego Bouboulina, propriedade da Delta Tankers, como principal suspeito de ter causado o desastre das manchas de óleo no Nordeste do país. A chamada “Operação Mácula” da PF constatou que o petroleiro carregou 1 milhão de barris de óleo cru, tipo Merey 16, no Porto de José, Venezuela, no dia 15 de julho.

Segundo a Marinha do Brasil, o navio ficou detido nos EUA durante quatro dias por ‘incorreções de procedimentos operacionais no sistema de separação de água e óleo descarga no mar’. No final do mesmo mês, o Bouboulina passou pelo litoral da Paraíba.

Dessa forma, o juiz Francisco Eduardo Guimarães Farias, da 14ª Vara Federal da PF em Natal, determinou busca e apreensão da Lachmann Agência Marítima, agente da Delta Tankers, suposta empresa responsável pelo derramamento de óleo no Brasil. Além dela, a companhia Witt O Brien’s também é alvo de apreensão da PF e se caracteriza por atuar no segmento de riscos e orientação de contingência em casos de desastres. Ambas as organizações estão localizadas no centro do Rio de Janeiro.

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