Polo naval de Rio Grande não deve mais construir cascos de plataformas

Em entrevista a uma rádio do Rio Grande do Sul, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, informou que a estatal não deve mais construir cascos de plataformas no Polo Naval de Rio Grande, na Região Sul do Rio Grande do Sul.

Segundo Parente, a empresa gastaria bilhões de dólares para investir em equipamentos das quais não precisa. O polo de Rio Grande começou a atuar em 2005 e teve investimento de cerca de 15 bilhões em uma década, com a construção de estaleiros e plataformas.

Quando estava no auge de suas operações, em 2013, o polo naval gerava 24 mil empregos e a retomada dos projetos de um dos cascos da P-71, suspenso desde dezembro do ano passado, iria gerar 2,7 mil vagas.

Contudo, no período em que esteve operação, das oito estruturas encomendadas ao polo naval de Rio Grande apenas três foram entregues e com três anos de atraso.

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