Preço do botijão de gás pode subir com nova política

Foi aprovada pela Diretoria Executiva da Petrobras a política de preços para a comercialização às distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo comercializado em botijões de até 13Kg e de uso residencial (GLP-P13). O gás de botijão era o único derivado para o qual a companhia não tinha uma política de preços.

O valor final às distribuidoras será formado pela média mensal das cotações do butano e do propano no mercado europeu (Butane NWE CIF ARA e Propane NWE CIF ARA) convertida em reais pela média diária das cotações de venda do dólar, conforme divulgada pelo Banco Central, acrescida de uma margem de 5%.

O preço que chegará aos consumidores pode ou não refletir o ajuste feito nas refinarias, que terá aumento de 6,7%, tudo dependerá dos repasses realizados por outros integrantes da cadeia de combustíveis e revendedores. A lei brasileira assegura liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados.

Contudo, se o percentual for repassado ao consumidor integralmente, o preço do botijão poderá subir, em média, 2,2% ou R$ 1,25 por unidade, caso sejam mantidas as margens de distribuição e revenda e as alíquotas de tributos. As correções nos valores terão vigência a partir do dia 5 de cada mês. Somente este mês de junho, o ajuste foi praticado ontem, dia 8.

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