Privatizações podem impactar setor P&G

Com a onda privatista que se alastra pelo setor de óleo e gás natural, os blocos de petróleo e as estatais brasileiras seguem arrematados pela iniciativa privada com a retomada do Plano de Desestatização, iniciado pela gestão do governo anterior e, agora, ganha ainda mais força no governo atual. Essas privatizações podem impactar fortemente os mercados onshore e offshore.

Entre os principais efeitos destacam-se a ausência da intervenção do Estado nos preços dos combustíveis quanto ao custo gerado ao bolso do consumidor final, deixando a responsabilidade nas mãos do setor privado, de cunho generalizadamente lucrativo, onde o capital é o bem maior.

Outro questionamento que paira está relacionado à manutenção dos concursos públicos e a permanência de funcionários terceirizados nas estatais. As empresas públicas brasileiras são responsáveis por gerar empregos a milhões de trabalhadores, e desde a ampliação da crise econômica, essa realidade está sob ameaça de se tornar um passado que o Brasil já fez parte um dia.

Quanto às diretrizes que definirão o caminho dos setores onshore e offshore, apesar das incertezas, a expectativa é de que o mercado brasileiro supere a margem de investimentos e cresça de maneira justa economicamente e socialmente, gerando lucro, empregos e desenvolvimento, segundo a equipe econômica do governo e as instituições financeiras.

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