Produção de energia para reduzir excedentes de GNL

As produtoras de gás natural liquefeito (GNL) estão investindo na venda dos produtos como forma de energia para países como África do Sul e Chile. Existem pelo menos cinco projetos globais que podem vir a ser desenvolvidos como uma cadeia integrada do GNL à energia.

Segundo a Sanford C. Bernstein & Co, a estratégia se deve ao fato de que a produção global de GNL deverá gerar um excedente recorde de 46 milhões de toneladas por ano até 2019, percentual 13% acima do que o mercado precisa. Por conta disso, as empresas estão investindo em outras áreas para vender os sobressalentes futuros.

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