Produção de óleo terrestre no Brasil é expressivo

Apesar dos enormes avanços registrados no cluster do pré-sal, a exploração de petróleo onshore ainda vem obtendo resultados positivos em suas campanhas em diversas bacias do Brasil. Responsável por toda a cadeia de desenvolvimento na produção de óleo no setor, o segmento de exploração em terra sofreu sim dificuldades com o crescimento da operação offshore, contudo, vem se mostrando promissor e com bastante potencial.

A produção de óleo nesses campos terrestres é de 35 mil barris/dia. A Bacia do Recôncavo, na Bahia, por exemplo, possuía sua parte terrestre a maior reserva provada com 0,2 bilhão de barris. Já nas reservas provadas de gás natural houve um expressivo acréscimo de 44,5% nos últimos dez anos.

Ao contrário do que se possa supor, o óleo e gás natural produzido onshore estão longe de se esgotar, principalmente na Bacia madura do Recôncavo, onde o volume dos reservatórios ainda é maior que a produção acumulada desde a década de 1940.

A PetroRecôncavo, que atua na Bahia desde 2000, se mantém a maior operadora independente de exploração e produção de petróleo e gás, setor E&P, onshore do Brasil, graças a exploração do óleo leve (menos comum), na Bacia do Recôncavo Bahiano.

Contudo, não foi só na Bahia que houve essa crescente produção. Junto com o Recôncavo, as bacias maduras terrestres do Espírito Santo, Potiguar, Sergipe e Alagoas produziram 162,2 mil boe/d, sendo 131,6 mil bbl/d de petróleo e 4,9 milhões de m³/d de gás natural nos primeiros meses do ano.

Além disso, o mercado calcula que a produção de óleo terrestre pode vir a dobrar no próximo período e a Associação Brasileira de Produtores Independentes de Petróleo e Gás (Abpip) prevê um investimento de R$ 2 bilhões nas bacias, bem como a geração de 200 mil empregos nos cinco estados. O que demonstra que o Brasil ainda tem grande potencial na exploração do petróleo longe das plataformas.

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