Ramo P&G carece de produção com energia limpa

Na última segunda-feira (20), a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) falou sobre a necessidade de empresas do ramo P&G ampliarem investimentos em energias com baixo teor de carbono. Isso tudo porque de acordo com um relatório desenvolvido para o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, as companhias estão diante de um “desafio crítico” e podem sofrer com ameaças futuras a lucros de longo prazo e aceitação social do setor.

Segundo a agência, cerca de 15% das emissões globais relacionadas à energia são provenientes do processo de extração de óleo e gás e até agora, o investimento médio das empresas do ramo em áreas não essenciais, como as renováveis, permanece limitado a cerca de 1% dos aportes totais.

“Todas as partes da indústria precisam considerar como responder. Não fazer nada simplesmente não é uma opção”, disse em comunicado o diretor-executivo da IEA, Fatih Birol. A agência também citou a importância de outras iniciativas como a ampliação de investimentos em hidrogênio, biometano e biocombustíveis avançados.

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