Roraima quer fazer manutenção de linha de energia na Venezuela

Para evitar os apagões que já afetam o estado, o governo de Roraima quer que a Eletrobras entre na Venezuela para realizar serviços de manutenção em linha que transfere a energia elétrica do país vizinho para os roraimenses. O estado é o único que não faz parte do sistema de eletricidade nacional. O pedido foi feito pela governadora Suely Campos (PP) ao Ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. Segundo Suely, a medida foi acatada e agora depende apenas do aval venezuelano.

Roraima também passa por outro impasse, pois, desde agosto, o estado está sob ameaça de ter o seu fornecimento de energia suspenso, devido a uma dívida de US$ 33 milhões (equivalente a R$ 137 milhões), em contrato entre a Eletronorte e a venezuelana Corpoelec.

Apesar do risco, Suely Campos garante que esta possibilidade está descartada, segundo garantiu o próprio ministro. Em caso de corte do abastecimento de eletricidade ao estado, esse fato resultaria em um prejuízo de R$ 1,2 bilhão por ano a todos os consumidores do País. Isso porque Roraima iria depender de fornecimento de usinas térmicas para distribuição de energia no estado, em que o custo de produção é mais elevado que o de usinas hidrelétricas.

Além de buscar resoluções para os problemas de energia elétrica de Roraima, Suely questionou Moreira Franco a respeito do início das obras do Linhão de Tucuruí, que será responsável por ligar Manaus a Boa Vista. A construção desta linha de transmissão daria fim a dependência do estado à Venezuela. Mas não obteve resposta.

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